segunda-feira, 19 de junho de 2017

Cuidado com óleo de coco, pedem cardiologistas

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Mais uma entidade médica coloca em xeque os tão propagados benefícios do óleo de coco. Dessa vez quem soltou um documento sobre o tema foi a Associação Americana do Coração, que reúne cardiologistas dos Estados Unidos.
Segundo o artigo, substituir gorduras saturadas por aquelas mais saudáveis reduz o risco cardiovascular tanto quanto tomar estatinas — drogas clássicas para controlar o colesterol.
“Esses dados reafirmam as evidências científicas de que as gorduras saturadas aumentam o colesterol LDL, uma das principais causas de aterosclerose”, comentou, em um comunicado, Rachel Johnson, professora de nutrição da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, que assina o artigo com outros pesquisadores. “Além disso, trocar essas gorduras pelas poli-insaturadas diminui a incidência de doença cardíaca”, completou.


Mas e onde entra o óleo de coco nessa história? Ora, de acordo com os experts, 82% das gorduras desse produto são representadas pelas tais saturadas. E estudos mostram que ele elevaria o colesterol LDL tanto quanto a manteiga, a carne vermelha ou o óleo de palma.Se você procura óleos mais balanceados, Rachel sugeriu que invista nos de canola, milho, soja, amendoim, cártamo, girassol e nozes. O azeite, o abacate e as oleaginosas – a exemplo de nozes, amêndoas e castanhas – têm pouca gordura saturada. Na verdade, esses itens seriam compostos basicamente pelas versões monoinsaturadas, associadas a vantagens cardiovasculares.
Agora, se a pessoa gostar do óleo de coco, sem desespero. Usar o produto com moderação dificilmente trará malefícios à saúde. Só não encare-o como um remédio para diferentes males, como já foi dito por aí.


Surdez oculta: já ouviu falar?

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Você está no restaurante e consegue escutar os carros passando na rua, o cozinheiro preparando a comida… Mas não é capaz de entender nada o que dizem os amigos ao seu lado. Eis o que acontece na chamada surdez oculta. “O problema é que o indivíduo apresenta resultados normais no exame de audiometria, que avalia a capacidade auditiva”, observa a otorrinolaringologista Camila Conde, do Hospital Norte D’Or, no Rio de Janeiro.Por ainda ser recente, pouco se sabe dos motivos por trás dessa dificuldade – há suspeitas sobre ambientes ruidosos e fones de ouvido. Uma experiência feita com ratinhos na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revelou que a encrenca estaria relacionada a um defeito na conexão entre os neurônios que transmitem o estímulo sonoro para o cérebro. “A boa notícia é que conseguimos regenerar as ligações, o que permite reverter a surdez oculta e abrir caminho a novos tratamentos no futuro”, conta o neurologista Gabriel Corfas, que conduziu a investigação.

Estresse pode desencadear crises de epilepsia

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São muitas as complicações associadas ao estresse. Mas uma revelada faz pouco por pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, chama especialmente a atenção: o nervosismo foi ligado a um aumento no número de convulsões em adultos epilépticos.É um acréscimo expressivo, diga-se de passagem. Segundo o levantamento, o risco de uma crise aumenta três vezes entre aqueles com ansiedadegeneralizada e duas vezes para quem tem transtornos de humor.
Os cientistas coletaram informações de 81 pacientes de Nova York que tiveram epilepsia recém-diagnosticada ou que haviam apresentado um único surto. Depois, monitoraram os participantes por dois anos. Conclusão: situações que provocam alto grau de nervosismo estavam fortemente atrelados à reincidência de ataques nos dois grupos.
Para ter ideia, foram considerados como fatores estressantes os seguintes episódios: doença ou morte na família, perda de emprego ou problemas com dinheiro, relacionamentos malsucedidos, lesão física e dificuldades legais. Ou seja, estamos falando de cenários realmente complicados — e não apenas de um dia isolado de nervosismo.

O que fazer diante disso

Apesar de ser um levantamento relativamente pequeno, seus resultados indicam caminhos importantes para quem sofre com epilepsia. Segundo o estudo, “As intervenções de redução de estresse, como a técnica mindfulness e a terapia comportamental cognitiva, podem ser consideradas tratamentos adjuntos seguros e baratos”. Os experts afirmam no artigo que essas descobertas são relevantes em especial para pessoas de baixa renda.
A epilepsia é uma disfunção crônica caracterizada principalmente por convulsões recorrentes. De acordo com a neurologista Elza Yacubian, da Liga Brasileira de Epilepsia (LBE), essas crises são causadas por descargas elétricas anormais no cérebro.
A especialista conta ainda que, em adultos, elas acontecem mais comumente enquanto a pessoa dorme, e podem ser agravadas por condições como privação de sono, ingestão alcoólica, sedentarismo e má alimentação.


Falta de ar em jovens: quais são as causas mais comuns?

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Há três anos, o leitor Jean Duarte acordou sentindo falta de ar. Na época, ele tinha 15 anos e acabou não procurando um médico por achar que o incômodo logo passaria — além da pouca idade, nunca havia fumado. Desde então, o problema só ganhou fôlego: Jean parou de estudar por causa dessas crises e tem receio de não conseguir trabalhar porque o cansaço e a vontade de desmaiar dão as caras ao menor sinal de esforço. Então resolveu escrever pra gente pedindo uma resposta para a pergunta do título.
Para a pneumologista e clínica geral Andrea Sette, do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, em São Paulo, evitar o tabagismo é, sim, importante para preservar os pulmões. No entanto, diversas doenças interferem no sistema respiratório.
“Asma e bronquite, por exemplo, geram falta de ar crônica. Ter acompanhamento profissional é fundamental para fazer o diagnóstico e definir o tratamento que vai garantir a qualidade de vida”, diz Andrea. “Se não tratadas, essas e outras doenças respiratórias podem resultar em complicações graves e até fatais”, ressalta.
Insuficiência cardíaca e outros problemas cardiovasculares também podem estar por trás da falta de ar, uma vez que o sangue, bombeado pelo coração, é responsável por transportar o oxigênio que o corpo precisa. De novo: uma investigação aprofundada e individualizada é necessária para identificar a questão de base.
Quando todas as causas físicas são descartadas, a análise parte para o terreno psicológico. Sim, picos de ansiedade e estresse podem descompassar a respiração. “Terapia e medicamentos estão disponíveis para esses casos e são administrados de acordo com a gravidade do quadro em questão”, arremata Andrea.
O recado final para Jean Duarte e todos os outros leitores é: não menospreze a falta de ar. Nem qualquer outro sintoma que surge sem uma explicação aparente
fonte:saude.com


feijão-caupi-fradinho


Famoso no Norte e no Nordeste, o feijão-caupi, ou fradinho, é ingrediente básico do baião-de-dois e da massa do acarajé. Mas, por causa de seu valor nutritivo, pesquisadores da Embrapa Meio-Norte, no Piauí, decidiram testar o uso da leguminosa em diversos produtos, como biscoitos e massas para macarrão. “O feijão tem teor elevado de proteínas“, justifica o agrônomo Jorge Hashimoto, pesquisador envolvido nos trabalhos.Em alguns estudos, a proteína vinda do feijão-caupi atuou na redução do colesterol. Hashimoto ainda ressalta que nessa unidade da Embrapa ocorre o desenvolvimento de cultivares a partir de melhoramento genético. “E eles têm a capacidade de acumular mais ferro e zinco“, conta. Agora a expectativa é saber se os novos produtos passarão em testes de degustação – e torcer para serem comercializados.

Versão melhorada de feijão

Conheça alguns dos alimentos que podem levar o feijão
SnacksOs pesquisadores criaram salgadinhos e cookies com a leguminosa.
MassasO macarrão à base de feijão-caupi tem o dobro de proteínas em relação ao de trigo.
SopaA ideia é ter, em sachê, uma farinha de feijão que vira sopa instantânea.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Como aliviar a dor de garganta infecciosa?



Sabe aquela dor de garganta incômoda que muitas vezes acompanha uma gripe ou um resfriado? Chamada pelos médicos de faringite infecciosa, ela é, como o próprio nome sugere, um sintoma de infecção na região da faringe, na grande maioria dos casos causada por vírus ou bactérias.  “Muitas vezes a infecção viral pega também a região das amígdalas e é chamada de faringoamigdalite”, explica a otorrinolaringologista Renata Dutra de Moricz.Esse tipo de infecção é mais comum entre o outono e o inverno porque é nessa época de ar seco que esses microrganismos mais se proliferam. Além disso, especialmente no outono, ocorrem muitas mudanças de temperatura que prejudicam a mucosa respiratória e a imunidade das pessoas, o que também facilita o ataque de vírus e bactérias. A exposição a ambientes com ar condicionado muito forte é outro fator prejudicial à saúde. “A garganta tem cílios que funcionam como defesa do organismo”, afirma Renata. “Quando a temperatura cai bruscamente, o movimento desses cílios diminui e a defesa do organismo fica enfraquecida”, explica.
O que fazer?
O tratamento da faringite ou amigdalite depende, primeiramente, de o médico identificar o microrganismo que está causando a infecção. “Normalmente, a infecção bacteriana apresenta pus na faringe ou na amígdala”, afirma Renata. Se for esse o caso, o médico pode indicar um antibiótico associado a um anti-inflamatório e/ou analgésico, para aliviar a dor ainda durante o tratamento. Por outro lado, se a infecção for viral, a recomendação é tratar apenas os sintomas, mais uma vez com analgésicos ou anti-inflamatórios.
Além disso, a otorrinolaringologista afirma que pastilhas com propriedades analgésicas e anti-inflamatórias podem ser grandes aliadas para aliviar a dor dos pacientes. “Esse tipo de pastilha é muito mais eficiente do que a simplesmente anestésica, que raramente tem efeito sobre a faringe”, diz.
Isso acontece porque a saliva da pessoa que utiliza uma pastilha anti-inflamatória transporta o medicamento até a garganta, o que rapidamente pode aliviar o sintoma de dor. Esse é o caso da pastilha Strepsils(*). Composta por flurbiprofeno, tem propriedades analgésicas e anti-inflamatórias que aliviam rapidamente os sintomas, como dor, inchaço e dificuldade para engolir. Sua ação começa a partir de 15 minutos e dura por até três horas.
Outras dicas para aliviar esse incômodo são hidratar a garganta tomando bastante água e evitar substâncias irritantes, como pimenta, vinagre e frutas cítricas. Também vale a pena utilizar produtos naturais com mel e própolis e, sempre que possível, evitar ambientes com ar condicionado.
fonte:saude.com

Como controlar as alergias respiratórias

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As alergias respiratórias mais comuns em crianças e adolescentes são a rinite alérgica, caracterizada por entupimento nasal, coceira, espirro e sensação de nariz escorrendo, e a asma, que se manifesta com chiado no peito, tosse e falta de ar. Às vezes, a criança com asma só apresenta tosse persistente ou um aperto no peito após a prática de exercícios.
As doenças alérgicas ocorrem principalmente em pessoas com predisposição genética. Elas apresentam vários sintomas ao entrar em contato com determinadas substâncias no ambiente, caso da poeira. Como pode ser difícil diferenciar as manifestações de uma alergia respiratória daquelas decorrentes de um resfriado, em algumas ocasiões é necessária uma avaliação médica.
Na realidade, alguns fatores podem causar ou piorar as reações alérgicas, como viroses, pó (contendo substâncias liberadas por ácaros, baratas e animais domésticos) e bolor. A fumaça e os odores do cigarro também têm um papel prejudicial aqui.


Poucas regiões do Brasil apresentam estações do ano bem definidas. Mesmo assim, entre março e setembro, nas regiões Sul, Sudeste e em parte do Centro-Oeste, as temperaturas médias ficam mais baixas. O frio, por sua vez, faz com que as pessoas permaneçam mais tempo em ambientes fechados, o que eleva a circulação de vírus e o contato com substâncias potencialmente nocivas.
As alergias respiratórias mais comuns em crianças e adolescentes são a rinite alérgica, caracterizada por entupimento nasal, coceira, espirro e sensação de nariz escorrendo, e a asma, que se manifesta com chiado no peito, tosse e falta de ar. Às vezes, a criança com asma só apresenta tosse persistente ou um aperto no peito após a prática de exercícios.
As doenças alérgicas ocorrem principalmente em pessoas com predisposição genética. Elas apresentam vários sintomas ao entrar em contato com determinadas substâncias no ambiente, caso da poeira. Como pode ser difícil diferenciar as manifestações de uma alergia respiratória daquelas decorrentes de um resfriado, em algumas ocasiões é necessária uma avaliação médica.
Na realidade, alguns fatores podem causar ou piorar as reações alérgicas, como viroses, pó (contendo substâncias liberadas por ácaros, baratas e animais domésticos) e bolor. A fumaça e os odores do cigarro também têm um papel prejudicial aqui.

Poucas regiões do Brasil apresentam estações do ano bem definidas. Mesmo assim, entre março e setembro, nas regiões Sul, Sudeste e em parte do Centro-Oeste, as temperaturas médias ficam mais baixas. O frio, por sua vez, faz com que as pessoas permaneçam mais tempo em ambientes fechados, o que eleva a circulação de vírus e o contato com substâncias potencialmente nocivas.
fonte:saude.com

Mexer no celular à noite aumenta o risco de depressão infantil

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Crianças estão trocando brinquedos por tablets e smartphones cada vez mais cedo. E não bastasse o prejuízo à visão, cientistas da Universidade Griffith e da Universidade Murdoch, ambas na Austrália, alertam para a relação entre o uso noturno desses aparelhos e a depressão.


A associação veio após a análise de 1 100 alunos de 29 escolas, acompanhados dos 8 aos 11 anos de idade. Anualmente, os voluntários mirins passavam por entrevistas em que falavam, por exemplo, sobre qualidade do sono e até que horas trocavam mensagens de texto, checavam as redes sociais e ligavam para os colegas.
Já no primeiro ano da pesquisa, 85% dessa turma tinha celular e apenas 1/3 afirmou que o deixava de lado após a luz ser apagada. Três anos depois, esse índice subiu para 93% e somente 1/5 dava descanso às telas pouco antes da hora de dormir, como recomendam os especialistas.
Os efeitos de tantas noites em claro? Maior dificuldade em lidar com problemas, baixa autoestima e mais irritabilidade em comparação a quem se desconectava no horário certo. Questões que podem fomentar a tristeza profunda.
“Conforme o uso do smartphone aumentava, a má qualidade do sono e outros sintomas de depressão pioravam”, afirmou Kathryn Modecki, professora da Escola de Psicologia Aplicada da Universidade Griffith, em comunicado à imprensa. Para a especialista, uma das responsáveis pelo trabalho, essa conclusão reforça a importância de monitorar e limitar o tempo que a criançada fica online.

Guia de primeiros socorros para o infarto

Dercilio

No meio do nada ou a poucos quarteirões de um hospital, tomar as decisões certas faz toda diferença na hora de salvar uma vida em casos de infarto. Mas como identificar esse tipo de emergência? “Além das pontadas agudas no peito, dificuldades para respirar, palidez, suor frio, náuseas, vômitos, tontura, confusão mental, perda de consciência e dores difusas nas costas, nos braços e na mandíbula entregam um coração em apuros”, diz o médico Agnaldo Píspico, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Siga os procedimentos listados abaixo se alguém à sua volta apresentar esses sintomas:


1. Procure ajuda
Antes de tudo, sempre ligue para o serviço de emergência, como o Samu (192) ou os bombeiros (193).
2. Na pressa
Caso a ambulância vá demorar acima de 20 minutos, é melhor correr para o hospital mais próximo de carro ou táxi.
3. Sem exercícios
Não permita que a pessoa com sintomas faça qualquer esforço físico, muito menos dirija até o pronto-socorro.
4. Sem comer
Não ofereça alimentos ou bebidas à vítima. Além de ser um desperdício de tempo, isso traria até problemas.
5. Trato prévio
Se o indivíduo não tiver alergia à aspirina, dê dois comprimidos desse remédio, que tem poder anticoagulante.
6. Sem aperto
Em situação de desmaios, deite o corpo em posição confortável. Afrouxe as roupas, os sapatos e os acessórios.
7. Tranco elétrico
Confira se há um desfibrilador. Por lei, lugares com grande circulação precisam ter o aparelho.
8. Hora da ação
Se o infartado estiver sem batimentos e respiração, inicie a massagem cardíaca. Veja como proceder no esquema abaixo.
fonte:saude.com

O que é a labirintite?

labirintite
 labirintite tem várias possíveis causas – inclusive a alimentação. Mas o que acontece dentro do corpo que causa o problema? Veja no infográfico abaixo e, depois, saiba como contornar a situação

labirintite
























Um perrengue, várias causas

Além das situações acima, outras condições abrem alas à labirintite
Restrição de sangue
Alterações posturais e doenças que prejudicam o fluxo sanguíneo, como deposição de placas nas artérias, afetam o labirinto.
Ataque químico
Diabetes descontrolado e uso inadequado de certos remédios podem irritar a pequena estrutura, o que resulta em zonzeira.
Enxaqueca
Pessoas com esse tipo de dor de cabeça são mais expostas à vertigem rotatória, sensação de que tudo está girando.

Como se trata, doutor?

Medicamentos que sedam o labirinto costumam ser a primeira opção, mas existem outras possibilidades
Reabilitação
Na fisioterapia vestibular, exercícios ensinam o sistema nervoso a compensar os problemas lá no labirinto.
Neurofeedback
Sensores são colocados na língua do paciente. Ao mover a cabeça, o equipamento estimula novos circuitos cerebrais.
Manobra de epley
O médico submete a cabeça do paciente a uma sequência de posições, fazendo os cristais do labirinto voltarem ao lugar.

O mundo gira no carro

Pessoas enjoam ou ficam zonzas em alguns meios de transporte devido a uma falta de sintonia entre o labirinto e a visão. Mas dá para evitar:
  • Mantenha o olhar fixo em um ponto para ajudar na estabilização.
  • Não fique longos períodos em jejum e evite álcool antes ou durante o trajeto.
  • Procure não ler ou ficar mexendo no celular ao longo do percurso.
  • Se possível, fique longe de cheiros fortes como de combustível, perfume e cigarro.

Descompasso inflamatório

O labirinto se comunica com o cérebro por meio dos nervos vestibulares. Toda essa região pode ficar inflamada sob ataque de vírus e micróbios. No final, os sinais para a cuca ficam atrapalhados e surgem os sintomas clássicos da labirintite.
Fontes:saude.com

A falta de acesso a medicamentos para o diabetes

diabetes




A convite da Federação Internacional de Diabetes, fiz duas palestras durante a 70ª Assembleia da Organização Mundial da Saúde (OMS), que aconteceu em Genebra, no fim do mês passado.
O painel principal foi focado no acesso a cuidados de saúde em populações vulneráveis no Brasil, na África do Sul e na Sérvia. O acesso aos cuidados em diabetes permanece inadequado nos três países, tornando-se a principal preocupação das pessoas que vivem com a condição.
Meu discurso no evento fez referência ao meu trabalho como coordenadora do Programa Nacional de Jovens e Adultos com Diabetes, projeto que reúne 30 representantes de associações brasileiras desse segmento. Nossa missão é melhorar o tratamento do cidadão com diabetes no país.
Pude expor o cenário e os desafios do Brasil nesse sentido. Estima-se que haja cerca de 16 milhões de pessoas com diabetes por aqui — somos a quarta nação em número de casos em todo o mundo. Cerca de 8 milhões de indivíduos, por sua vez, não sabem que têm a condição.
Também lembrei em minha apresentação que o acesso aos medicamentos é um dever do Estado brasileiro, que incorporou, entre seus princípios e diretrizes constitucionais, a garantia de cuidados terapêuticos abrangentes, incluindo serviços farmacêuticos no Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, o Brasil tem a RENAME, Lista de Medicamentos Essenciais, que o governo deve fornecer à população sem custos. Os brasileiros deveriam ter acesso gratuitamente aos medicamentos e suprimentos para o controle glicêmico mensalmente.
Mas a crise econômica perturbou totalmente esse sistema. As pessoas começaram a enviar mensagens via Facebook pedindo ajuda. Incentivamos, então, as associações para que pudessem falar com os secretários de saúde e conversar com a mídia local para pressionar os mesmos a resolver a falta de medicamentos e suprimentos.
Tivemos muitas conquistas. Ainda hoje, porém, há carência de produtos. Ressaltei, na sede da OMS, a importância de que as associações continuem a desempenhar esse papel de controle social.
Deixei claro que, se os fornecedores dos medicamentos e de insumos das secretarias não disponibilizarem esses produtos, a população terá mais complicações do diabetes e necessitará se hospitalizar, o que demandará mais investimento do governo. Alertei a OMS para que a entidade possa nos ajudar com a sensibilização do governo.
fonte:saude.com

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Bebê com microcefalia desenganado por médicos tem desenvolvimento surpreendente

João Miguel nasceu com microcefalia causada pelo vírus Zika, e aos oito meses, chegou a ficar à beira da morte. Agora, seu desenvolvimento surpreende médicos e familiares.



Há um ano, pais de criança pernambucana ouviram que deveriam 'se preparar para o pior' quando foi internada com problemas ligados à Síndrome Congênita do Zika; caso ilustra complexidade de evolução de 'geração Zika'.


João Miguel, de 1 ano e seis meses, já anda e senta sem a ajuda dos pais e das irmãs. Mas não apenas isso. Ele corre e brinca por toda a casa.