quarta-feira, 24 de maio de 2017

Após câncer e sem uma perna, bailarina volta a dançar

Após câncer e sem uma perna, bailarina volta a dançar - foto: divulgação/InstagramA história de superação da americana Gabi Shull tornou-se inspiração para muitas pessoas do mundo todo. Aos 9 anos, ela foi diagnosticada com osteossarcoma, um tipo raro de cancer  nos ossos. Apesar das inúmeras sessões de quimioterapia, ela teve que amputar parte da perna direita.A menina já praticava balé na época e, por todas as dificuldades que passou, chegou a perder as esperanças de um dia voltar a dançar. Contudo, por seu tumor estar estava localizado no joelho, ela pode recorrer a um procedimento chamado plastia de rotação.
A amputacao  foi feita acima do joelho e a parte inferior do membro foi reconectada à coxa, na posição invertida. Agora, o pé dela funciona como joelho e, com a ajuda de uma prótese especial para amputados, a garota consegue se movimentar com facilidade.
"Depois que tive a perna amputada, a prioridade era andar outra vez e sair da cama do hospital. Mas, o que me motivou a andar foi o pensamento de dançar de novo, porque apenas queria dançar", disse a jovem ao jornal Daily MailA  
menina passou por momentos complicados durante a recuperação e não sabia se um dia conseguiria voltar ao balé. Segundo a mãe da garota, Debbie Shull, "Cerca de 12 cirurgias de plastia de rotação são realizadas por ano nos Estados Unidos. Não se trata de um procedimento comum", porém, no caso dela, essa era a única opção que trazia alguma chance da menina voltar a ter mobilidade.A menina passou por momentos complicados durante a recuperação e não sabia se um dia conseguiria voltar ao balé. Segundo a mãe da garota, Debbie Shull, "Cerca de 12 cirurgias de plastia de rotação são realizadas por ano nos Estados Unidos. Não se trata de um procedimento comum", porém, no caso dela, essa era a única opção que trazia alguma chance da menina voltar a ter mobilidade.Depois de um ano de recuperação e muito treino, Gabi finalmente conseguiu dar os primeiros passos sozinha. Hoje, aos 14 anos, a garota é bailarina e animadora de torcida, além de ser porta-voz da ONG The Truth 365, instituição focada no combate ao câncer infantil.
A garota já tem muitos planos para o futuro: "Quando eu for mais velha, gostaria de me especializar em pediatria na faculdade ou trabalhar como enfermeira ou cientista para ajudar a encontrar a cura do câncer. Se sou capaz de vencer o câncer, viver com uma perna protética e aprender tudo de novo, então acredito que posso fazer qualquer coisa".

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